terça-feira, 31 de maio de 2016

O que é ética na avaliação da Aprendizagem? Um aprende da mesma forma que mil?

Olá, leitor! O terceiro seminário a ser apresentado foi o que você irá conferir abaixo. Lembrando que, a ordem em que os slides estão sendo colocados de acordo com o que foram apresentados. 



Memória da aula do dia 14 de abril. Grupo constituido por Andreza e Wenddell. O seminário abordou sobre Avaliação da Aprendizagem e Ética/O individual e o coletivo na Avaliação da Aprendizagem.
Andreza deu inicio ao seminário mencionando que, muitas vezes, o professor fornece o conteúdo, mas há complicações na hora de se elaborar o questionário das avaliações, o que ocasiona alguns erros dos alunos, sendo este ocasionado por não conseguir interpretar a questão conforme o professor almeja. Sendo assim, o professor entende que o aluno não estudou, quando, na realidade, o aluno o fez.
Em alguns casos, o professor é anti-ético por cobrar em uma avaliação o que não se foi passado em sala de aula. O professor deve avaliar se a questão está “dentro” do que se foi aplicado em sala antes de a aplicar em uma avaliação. Caso, mesmo assim, o professor aplicar a questão e o aluno não responda conforme seja “esperado”, mais uma vez, se é visto como se o aluno não tivesse estudado. Um exame mal elaborado gera erros, visto que, as perguntas nem sempre estão claras para os alunos. Nesse caso, o aluno se sente enganado e este, por sua vez, aprende a enganar - passa a utilizar as colas/filas. 
Muitas vezes, no entando, segundo Luckesi, os professores fazem determinadas coisas não por vontade, mas por se espelharem em seus educadores.
A palavra foi passada para Wenddell, que veio a abordar que o professor pode interferir na avaliação observando o invidual para perceber o desempenho do aluno. Mas, o professor também irá avaliar o coletivo para saber como, de fato, se encontra a turma, afinal, um não responde por todos. Fazendo a avaliação coletiva, o professor se auto-avalia e nota se os seus resultados estão satisfátorios ou não, de acordo com o que a turma apresente. Sendo assim, o educador não pode generalizar um aluno com a turma ou atribuir méritos - se o aluno aprender, o mérto é dele, se não, o desleixo é do aluno -, mas não quer dizer que o aluno não deva buscar por onde aprender. O professor deve dar um feedback individual para o que aluno busque por onde melhorar. No entanto, isso não quer dizer que o foco do professor seja individual. O foco do professor é coletivo, sem nunca esquecer do individual.

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