quarta-feira, 1 de junho de 2016

O erro tem jeito?

Mais slides, mais sínteses. Embora o slide da vez tenha o nome de dois colegas (José Eric e Otaciso), infelizmente, no dia da apresentação, José Eric não pode comparecer. Mas ele não se deu mal. Ele apresentou na semana seguinte. Ansiosos para descobrir sobre qual assunto foi o dele?




Memória do seminário ministrado por Otaciso, que teve como assunto “O Direito de Errar”. 
O erro possui um desafio histórico que vem desde a democratização do ensino. Além disso, há fatores que são vistos como questões estruturais, ecônomico/financeira e renda mal distribuida. 
É necessário se manter atento as estruturas das escolas, afinal, elas possuem uma enorme influência no desenvolvimento educacional. Também vale destacar que as avaliações não ocorrem de maneira correta. Mas, se é sábido desses erros, por que ainda ocorre a avaliação escolar? Porque há concretização de dados educacionais e sociais, além de haver um projeto educacional que consciste em:
  • Compromisso com os estudantes;
  • Instituição que viabelize um ensino e estimule a construção do conhecimento;
  • Formação do sujeito social;
  • Relação de poder compartilhada.

Além disso, a avaliação escolar procura identificar problemas, sucessos e erros que são cometidos pelos alunos. Possui natureza pedagógica, administrativa e estrutural. A avaliação é destinada a ter um diagnostico para que ocorra a inclusão.
As práticas avaliativas na escola mostra que a Avaliação vem sendo confundida com o ato de verificar o rendimento escolar do aluno, e não se ter ideia do que, de fato, o aluno sabe. As funções que Avaliação deve possuir são o Diagnostico (caracterizar o aluno pelo seu interesse, conhecimento e habilidades), Retroinformação (evidenciar os resultados alcançados pelo aluno por meio do aprendizado) e Favorecer o Desenvolvimento Individual (atuar em uma atividade em que faz com que o interesse do aluno seja despertado).
A avaliação em transformação é fundamental para que o ensino de qualidade seja aplicado de fato. Para que isso ocorra, não basta que se pegue as criticas, mas que as execute para que ocorra a melhoria. A participação do aluno é necessária para a integração do processo educacional. Mesmo que não achem, os pais devem estar envolvidos no processo de transformação das práticas avaliativas, afinal, não há ninguém melhor do que os pais para que os alunos se sintam influenciados a buscar, cada vez mais, conhecimento. 




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