quarta-feira, 1 de junho de 2016

A recuperação do aprendizado existe?

Leitor, está gostando da segunda sessão de slides? Estamos quase terminando.



Memória do seminário que teve como grupo Rafaelly e Thamires, que teve como foco a “Recuperação do Aprendizado”.
A avaliação pode ser preventiva ou terapêutica. A importância da avaliação é que providencia novas estratégias que favorecem a aprendizagem, identifica a dificuldade, além de ser um novo desafio. Também deve haver o compromisso com a recuperação, já que, por meio dela, há comprovação da eficácia de sistemas de ensino, elevação de índices de aprovação, dentre outros. No entanto, também há dificuldades em por a recuperação em prática. São elas:
  • Concepção existente sobre a avaliação;
  • Falta de preparo dos professores;
  • Insegurança dos administradores;
  • Problemas no processo avaliativo.

Há três níveis de recuperação: em Nível da Sala de Aula, que envolve formas de recuperação em sala de aula (atendimento individual, alunos trabalharem em dupla, utilização de monitores, solicitação de tarefas extras, solicitação do auxílio da família), Nível de escola (pelo próprio professor ou outro professor encarregado a recuperações) e em Nível de Secretária de Educação.
Vale lembrar que cada aluno possui um ritmo diferente para assimilar o conteúdo, não deve haver classificação de aluno bom ou aluno ruim e o professor não pode gerar expectativa sobre o aluno.

Entendendo o fracasso escolar

O slide abaixo fala sobre o fracasso escolar. Você acha que na sua escola/universidade ocorre muito?



Memória da apresentação de seminário que abordou sobre “Para além do fracasso escolar: uma redefinação das práticas avaliativas”, que teve como grupo Andreza e Wenddell.
Para situar a problemática da avaliação escolar foi feito uma pesquisa que envolveu a observação em uma escola. Por meio da pesquisa, foi-se obtido os seguintes resultados: 
  • A avaliação baseia-se no resultado da prova;
  • A linguagem nas provas é formal, ao contrário do que se é visto em sala de aula;
  • A prova é utilizada para ameaçar e punir;
  • O erro jamais é explorado de forma construtiva;
  • A recuperação é mal-entendida e mal-explorada.

Também vale lembrar que se foi observado que há falta de entendimento no que diz respeito ao papel formativo educativo da avaliação. Também não existe inovações e experimentos no que se diz respeito as práticas educativas. A avaliação passou a servir apenas para dizer se o aluno foi aprovado ou reprovado. No entanto, para se mude as práticas educativas, a escola deve sofrer alterações.
A diferenciação do ensino gera motivação no aluno, não há individualização em sala de aula e sim um acompanhamento individual, não excluí o grupo, o professor investiga o grupo para saber como trabalhar neste, confronta diretamente os fatores que levam ao fracasso escolar.

Para aprender é necessário haver castigo?

Lembram quando os seus pais falavam das práticas que os professores tinham de castigar os alunos? Você lembra que já falamos sobre isso no blog? Essa tirinha fala sobre. 

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O erro tem jeito?

Mais slides, mais sínteses. Embora o slide da vez tenha o nome de dois colegas (José Eric e Otaciso), infelizmente, no dia da apresentação, José Eric não pode comparecer. Mas ele não se deu mal. Ele apresentou na semana seguinte. Ansiosos para descobrir sobre qual assunto foi o dele?




Memória do seminário ministrado por Otaciso, que teve como assunto “O Direito de Errar”. 
O erro possui um desafio histórico que vem desde a democratização do ensino. Além disso, há fatores que são vistos como questões estruturais, ecônomico/financeira e renda mal distribuida. 
É necessário se manter atento as estruturas das escolas, afinal, elas possuem uma enorme influência no desenvolvimento educacional. Também vale destacar que as avaliações não ocorrem de maneira correta. Mas, se é sábido desses erros, por que ainda ocorre a avaliação escolar? Porque há concretização de dados educacionais e sociais, além de haver um projeto educacional que consciste em:
  • Compromisso com os estudantes;
  • Instituição que viabelize um ensino e estimule a construção do conhecimento;
  • Formação do sujeito social;
  • Relação de poder compartilhada.

Além disso, a avaliação escolar procura identificar problemas, sucessos e erros que são cometidos pelos alunos. Possui natureza pedagógica, administrativa e estrutural. A avaliação é destinada a ter um diagnostico para que ocorra a inclusão.
As práticas avaliativas na escola mostra que a Avaliação vem sendo confundida com o ato de verificar o rendimento escolar do aluno, e não se ter ideia do que, de fato, o aluno sabe. As funções que Avaliação deve possuir são o Diagnostico (caracterizar o aluno pelo seu interesse, conhecimento e habilidades), Retroinformação (evidenciar os resultados alcançados pelo aluno por meio do aprendizado) e Favorecer o Desenvolvimento Individual (atuar em uma atividade em que faz com que o interesse do aluno seja despertado).
A avaliação em transformação é fundamental para que o ensino de qualidade seja aplicado de fato. Para que isso ocorra, não basta que se pegue as criticas, mas que as execute para que ocorra a melhoria. A participação do aluno é necessária para a integração do processo educacional. Mesmo que não achem, os pais devem estar envolvidos no processo de transformação das práticas avaliativas, afinal, não há ninguém melhor do que os pais para que os alunos se sintam influenciados a buscar, cada vez mais, conhecimento. 




De quem, de fato, é o fracasso?

Gostam dos meus seminários? Chegou o último que apresentei em sala. Espero que gostem. 



Memória do seminário constituído por Ana Livia e Lidia. O tema abordado foi “O que é erro e fracasso?”. 
Muitas vezes, os professores e, até mesmo os alunos e seus responsáveis, tal como a instituição de ensino acreditam que o erro é sinônimo do fracasso. Se o aluno erra, ele tende a fracassar. Na realidade, porém, errar não significa que não houve aprendizado, afinal, o erro pode sugerir diferentes interpretações. Para que ocorra o sucesso, é necessário existir o erro, para que se saiba onde deve ser realizadas correções e reajustes para que o aprendizado seja melhor aplicado.
Alguns professores acreditam que o aprendizado vem da memorização, mas isso não é real e nem deve ser aplicado em salas de aula. Com o tempo, o que foi memorizado é esquecido, ao contrário do que de fato foi aprendido. O ensino pode ser visto como uma ponte construida para que se possa desenvolver habilidades. Avaliar um aluno, ou uma turma, vai bem mais do que aplicar notas de acordo com os acertos obtidos em uma prova ou seminário, como por exemplo. Para avaliar, se faz necessário ter um conhecimento prévio dos conhecimentos do aluno, para que se possa ver o seu desempenho, progresso e pertinência do que se é pedido durante algum curso. Informações erradas podem e devem ser corrigidas. 
Como atribuições ao fracasso escolar, se é dito que o fracasso é apenas do aluno, que apenas ele contribuiu para que ocorresse o fracasso, no entanto, o fracasso não é apenas do aluno, visto que, o processo de aprendizado está envolvido em variáveis. Devido o fracasso ser interpretado de forma errada por todos, o aluno que comete erro costuma ser excluído, mesmo que se saiba que o aprendizado não pode ser negado.

A opinião sempre deverá ser a mesma?

Olá, leitor. Mais charge para quebrar um pouco o clima de sala de aula. 
Pergunto a você, leitor, você acha que a opinião do aluno deve ser a mesma do professor?

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O que é o fracasso escolar?

Olá, leitor. Ansioso para a segunda sessão de seminários? Se sim, chegou a hora. Se não, chegou a hora do mesmo jeito.
O primeiro seminário a ser apresentado foi a respeito do Fracasso Escolar. Espero que gostem.



Memória da apresentação de Digelvania e Silvana, que falaram a respeito do Fracasso Escolar. 
O fracasso escolar pode ser considerado como Reprovação ou Evasão Escolar. Mas, quais são os motivos do Fracasso Escolar? Pode ser por meio de pré-requisitos (alunos saem da escola por não conseguirem acompanhar seus colegas), rótulos (alunos que sempre foram considerados “fracos” ou “ruins” sentem receio de interagir com a sua turma) e problemas sociais (professores que amedrontam os alunos ou alunos que precisam trabalhar e estudar). Até a década de 60, no entanto, acreditava-se que a razão por um aluno reprovar seria por causa dele mesmo ou dos seus familiares, porém, alguns anos depois foi descoberto que não são apenas esses fatores que são considerados fatores externos a uma reprovação ou evasão escolar. Cabe ao professor facilitar a aprendizagem ou contribuir para o fracasso do aluno. 
Há uma dúvida: existe algum culpado no fracasso escolar? Não há um culpado, cada caso é um caso. Porém, há formas de se evitar o fracasso escolar, são elas: liderança, organização e clima escolar, apoio e participação dos pais, capacitação dos professores e avaliações eficientes.