Muitas vezes, não sabemos quais são as características consideradas básicas para que um professor seja considerado bom. Essa postagem tem, como objetivo, mostrar quais são essas características e o que se deve ser realizado para que um professor seja considerado bom.
A reflexão em relação à avaliação tem se tornado cada vez mais presente no cotidiano, o que facilita as criticas recebidas por outros profissionais ou responsáveis pelos alunos. As criticas acabam que se tornando um incentivo para mudanças no critério avaliativo e na dinâmica da sala de aula, bem como na gestão escolar e organização do sistema educacional.
A reflexão em relação à avaliação tem se tornado cada vez mais presente no cotidiano, o que facilita as criticas recebidas por outros profissionais ou responsáveis pelos alunos. As criticas acabam que se tornando um incentivo para mudanças no critério avaliativo e na dinâmica da sala de aula, bem como na gestão escolar e organização do sistema educacional.
O
trabalho do professor, constantemente, é visto como algo simples. No entanto,
apenas profissionais da área sabem como é árdua a tarefa em ter que “medir” os
conhecimentos dos alunos por meio das avaliações que a estes foram submetidas,
além de ter que expor aos próprios estudantes, outros profissionais e aos pais.
A
avaliação é dita sempre que é de responsabilidade única do professor e que os
instrumentos de avaliação devem ser elaborados e aplicados de forma em que
sejam analisados de acordo com a vida em que o aluno possui. A avaliação
classificatória não proporciona espaço para que haja diálogos e, desta forma,
não há espaço para serem comentados os resultados obtidos, tendo como caráter
“notar” a ideia do aluno para que possa realizar um julgamento e, por meio do
que se foi notado, poder aplicar uma recompensa ou uma punição. Como tarefa escolar, a avaliação é incluso em
práticas sociais para que se possam manipular todos os agentes que nela estão
envolvidos – desde alunos até o professor – para que funcione de acordo com a
determinação do sujeito de forma em que a qualidade seja sobreposta. O
professor deve se esforçar para que os resultados das avaliações mostrem, de
fato, qual a verdadeira “nota” do conhecimento dos alunos. A avaliação é
considerada como um rendimento como resultado verificável, e não como a
aprendizagem ou o ensino; por isso, pode ser medida, nomeada, classificada e
hierarquizada.
O
ensino, bem como a avaliação, deve ser controlado e apresentar rendimento para
que este seja eficaz e, mesmo que não seja notado como as notas da avaliação, o
ensino possui mecanismos de vigilância e de punição, visto que, o professor é
quem molda os conhecimentos dos alunos e os transforma em objetos de
conhecimento.
A
avaliação classificatória é interagida como um processo social marcado pela
dinâmica da produção de conhecimentos. O processo avaliativo é dado através do
acompanhamento à movimentação de constituição das ciências sociais e é
caracterizado por duas vertentes: Epistemologia e metodologia positivas (a
manipulação do aluno é dada pelo processo de domínio de informações, e tem
caráter de avaliação quantitativa) e a constituição de estudos aplicados na
sociedade em que se ressalta a especificidade humana (antipositivista e tem
paradigmas emergentes).
Desta forma, pode ser concluído que para que
se ocorra a avaliação, deve ser utilizado instrumentos e procedimentos,
aplicados cuidadosamente para que o conhecimento não seja controlado e
classificado, mas compreendido. Avaliar é uma tarefa árdua e o professor também
é avaliado através da forma em que trabalha e avalia.
REFERENCIAS
ESTEBAN,
Maria Teresa. Ser professora: avaliar e ser avaliada. In: ESTEBAN,
Maria Teresa (org). Escola, currículo e
avaliação. 2 ed. São Paulo, Cortez, 2005, p. 13-37.
Nenhum comentário:
Postar um comentário