Webfólio da disciplina Avaliação e Aprendizagem (2015.1), do curso de Ciências da Computação (Lic), na Universidade Federal da Paraíba - Campus IV, ministrada pelo professor Joseval Miranda. Este Webfólio tem como objetivo mostrar como deve e pode ser a Avaliação e Aprendizagem.
Lembram quando os seus pais falavam das práticas que os professores tinham de castigar os alunos? Você lembra que já falamos sobre isso no blog? Essa tirinha fala sobre.
Mais slides, mais sínteses. Embora o slide da vez tenha o nome de dois colegas (José Eric e Otaciso), infelizmente, no dia da apresentação, José Eric não pode comparecer. Mas ele não se deu mal. Ele apresentou na semana seguinte. Ansiosos para descobrir sobre qual assunto foi o dele?
Memória do seminário ministrado por Otaciso, que teve como assunto “O Direito de Errar”.
O erro possui um desafio histórico que vem desde a democratização do ensino. Além disso, há fatores que são vistos como questões estruturais, ecônomico/financeira e renda mal distribuida.
É necessário se manter atento as estruturas das escolas, afinal, elas possuem uma enorme influência no desenvolvimento educacional. Também vale destacar que as avaliações não ocorrem de maneira correta. Mas, se é sábido desses erros, por que ainda ocorre a avaliação escolar? Porque há concretização de dados educacionais e sociais, além de haver um projeto educacional que consciste em:
Compromisso com os estudantes;
Instituição que viabelize um ensino e estimule a construção do conhecimento;
Formação do sujeito social;
Relação de poder compartilhada.
Além disso, a avaliação escolar procura identificar problemas, sucessos e erros que são cometidos pelos alunos. Possui natureza pedagógica, administrativa e estrutural. A avaliação é destinada a ter um diagnostico para que ocorra a inclusão.
As práticas avaliativas na escola mostra que a Avaliação vem sendo confundida com o ato de verificar o rendimento escolar do aluno, e não se ter ideia do que, de fato, o aluno sabe. As funções que Avaliação deve possuir são o Diagnostico (caracterizar o aluno pelo seu interesse, conhecimento e habilidades), Retroinformação (evidenciar os resultados alcançados pelo aluno por meio do aprendizado) e Favorecer o Desenvolvimento Individual (atuar em uma atividade em que faz com que o interesse do aluno seja despertado).
A avaliação em transformação é fundamental para que o ensino de qualidade seja aplicado de fato. Para que isso ocorra, não basta que se pegue as criticas, mas que as execute para que ocorra a melhoria. A participação do aluno é necessária para a integração do processo educacional. Mesmo que não achem, os pais devem estar envolvidos no processo de transformação das práticas avaliativas, afinal, não há ninguém melhor do que os pais para que os alunos se sintam influenciados a buscar, cada vez mais, conhecimento.
Gostam dos meus seminários? Chegou o último que apresentei em sala. Espero que gostem.
Memória do seminário constituído por Ana Livia e Lidia. O tema abordado foi “O que é erro e fracasso?”.
Muitas vezes, os professores e, até mesmo os alunos e seus responsáveis, tal como a instituição de ensino acreditam que o erro é sinônimo do fracasso. Se o aluno erra, ele tende a fracassar. Na realidade, porém, errar não significa que não houve aprendizado, afinal, o erro pode sugerir diferentes interpretações. Para que ocorra o sucesso, é necessário existir o erro, para que se saiba onde deve ser realizadas correções e reajustes para que o aprendizado seja melhor aplicado.
Alguns professores acreditam que o aprendizado vem da memorização, mas isso não é real e nem deve ser aplicado em salas de aula. Com o tempo, o que foi memorizado é esquecido, ao contrário do que de fato foi aprendido. O ensino pode ser visto como uma ponte construida para que se possa desenvolver habilidades. Avaliar um aluno, ou uma turma, vai bem mais do que aplicar notas de acordo com os acertos obtidos em uma prova ou seminário, como por exemplo. Para avaliar, se faz necessário ter um conhecimento prévio dos conhecimentos do aluno, para que se possa ver o seu desempenho, progresso e pertinência do que se é pedido durante algum curso. Informações erradas podem e devem ser corrigidas.
Como atribuições ao fracasso escolar, se é dito que o fracasso é apenas do aluno, que apenas ele contribuiu para que ocorresse o fracasso, no entanto, o fracasso não é apenas do aluno, visto que, o processo de aprendizado está envolvido em variáveis. Devido o fracasso ser interpretado de forma errada por todos, o aluno que comete erro costuma ser excluído, mesmo que se saiba que o aprendizado não pode ser negado.
Olá, leitor. Ansioso para a segunda sessão de seminários? Se sim, chegou a hora. Se não, chegou a hora do mesmo jeito.
O primeiro seminário a ser apresentado foi a respeito do Fracasso Escolar. Espero que gostem.
Memória da apresentação de Digelvania e Silvana, que falaram a respeito do Fracasso Escolar.
O fracasso escolar pode ser considerado como Reprovação ou Evasão Escolar. Mas, quais são os motivos do Fracasso Escolar? Pode ser por meio de pré-requisitos (alunos saem da escola por não conseguirem acompanhar seus colegas), rótulos (alunos que sempre foram considerados “fracos” ou “ruins” sentem receio de interagir com a sua turma) e problemas sociais (professores que amedrontam os alunos ou alunos que precisam trabalhar e estudar). Até a década de 60, no entanto, acreditava-se que a razão por um aluno reprovar seria por causa dele mesmo ou dos seus familiares, porém, alguns anos depois foi descoberto que não são apenas esses fatores que são considerados fatores externos a uma reprovação ou evasão escolar. Cabe ao professor facilitar a aprendizagem ou contribuir para o fracasso do aluno.
Há uma dúvida: existe algum culpado no fracasso escolar? Não há um culpado, cada caso é um caso. Porém, há formas de se evitar o fracasso escolar, são elas: liderança, organização e clima escolar, apoio e participação dos pais, capacitação dos professores e avaliações eficientes.
A atividade da vez foi relacionar um professor a um animal. O animal que escolhi foi o gato, já que não poderia usar o bicho preguiça. Então, pensei em um animal que fosse preguiçoso. O professor gato que tive fez parte do meu 3º do Ensino Médio. Acreditam que ele passava uma lista para que, quem quisesse as respostas das provas antes que ela ocorresse, fosse colocado o e-mail. Ele alegava que odiava corrigir provas. Já imaginou isso ocorrer nas vésperas do tão temido VESTIBULAR? Ele também amava ser mimado pelas alunas e seus superiores. Outro motivo por ter escolhido este animal, é que minhas colegas costumavam dizer que ele era um "gato".
O gato é um animal independente, que gosta de andar em grupos, dorminhoco e um tanto quanto preguiçoso. O professor gato, assim como animal, gosta da atenção, tanto de seus colegas de trabalho quanto dos alunos e, para isso, utiliza abordagens que só um gato o faria - no caso do animal, trazer comida para o dono incapaz de conseguir o próprio alimento.
O professor gato é vaidoso, gosta de estar sempre acompanhado e tenta buscar atenção para si. Além disso, o professor que representa este animal é flexível e consegue se adaptar a muitas das situações que venha a enfrentar, muito embora não o queira. Capaz de surpreender a todos, quando sente a necessidade de o fazer. O professor gato, por causa de sua preguiça e necessidade de agradar os alunos, utiliza avaliações simples para que todos os alunos obtenham boas e notas e, consequentemente, passem a gostar cada vez mais desse professor. Por seus alunos obterem boas notas, o professor acaba se destacando na roda de seus amigos professores por conseguir que a turma toda, ou boa parte desta, consiga obter notas boas. Alguns professores gatos entregam as respostas das provas com antecedência, para os alunos, por preguiça de corrigir os testes. Algumas vezes, esse tipo de atitude do professor gato também é justificado com ele achar que seus alunos serem incapazes de fazer alguma avaliação.
O professor gato, após adquirir boa reputação entre seus colegas de trabalho, pode ser reconhecido, também, pela direção que desconhece o método independente deste tipo de professor. No entanto, o professor gato não percebe e/ou ignora que está prejudicando o aluno, tendo em vista que o aprendizado é deixado de lado, o que resultará numa turma em que mal obteve conhecimentos necessários para ir para a série seguinte e um alto índice de notas ruins e/ou reprovações futuras estarão predestinas para os alunos que passaram pelas “garras” desse professor.
Olá, querido leitor. Acabamos com a primeira sessão de seminários. Mas não se contente, ainda falta algumas coisas para a finalização deste webfólio.
Agora, você poderá ler uma síntese sobre o vídeo, abaixo do mesmo. Espero que você possa apreciar. Ah! Quase ia esquecendo. Com quem você acha que é o vídeo? Se você pensou em Luckesi, acertou!
A Avaliação da Aprendizagem é específico da Avaliação, que remete que a Avaliação deve ser igual para todos os objetos/setores, como por exemplo, empresas, política, escolas, dentre outros. O ato de avaliar é, justamente, para que se possa medir as experiências e/ou conhecimentos adquiridos em relação a determinada coisa, que tem como o intuito diagnosticar e, consequentemente avaliar, para que se possa orientar quais caminhos devem ser seguidos para que ocorra uma melhoria.
A avaliação que mais comum nas escolas não é bem uma avaliação. Há um equívoco quando se diz que as escolas avaliam, afinal, na realidade, as escolas apenas examinam. Chama-se avaliação quando, na prática, ocorre o exame. O ato de examinar possui algumas características:
É pontual: quando se está examinando, não se interessa o que ocorreu antes do ato avaliativo ou o que acontecerá depois, mas interessa o que está ocorrendo no momento em que o exame está ocorrendo. Não interessa o que o aluno sabe ou não, ou se irá se tornar competente ou não, a única coisa que importa é o desempenho do momento. Um exemplo claro desta prática é o vestibular;
É classificatório: o aluno recebe nota pelos conhecimentos aplicados durante o exame. A essa nota, é aplicada uma situação para ele como, por exemplo, aprovado ou reprovado. Essa classificação marcará o aluno para sempre, através de históricos escolares;
É seletivo: uma parte da população/alunos é excluída. Voltando ao exemplo do vestibular, de um grande número de alunos que o fazem, os que conseguiram ter um melhor desempenho são os que garantem a vaga. Nas escolas, os que conseguem boas notas são selecionados para ir ao próximo ano.
No entanto, em relação a avaliação, há:
Não é pontual: Interessa o que está ocorreu antes da avaliação, tal como o que ocorrerá e o que está ocorrendo no momento da avaliação;
Dinâmica: são diagnosticados os conhecimentos do aluno para que estes possam ser melhorados de alguma forma;
É includente: considera que se o aluno não sabe ainda, pode saber. Sendo assim, o incluí nas atividades para que possa aprender.
A postura do professor deveria ser sempre te avaliar e não de examinar, visto que o professor tem o papel de acolher, nutrir, sustentar e permitir que o educando enfrente um processo de desenvolvimento. O exame exclui os alunos que não conseguem obter uma boa nota. Mas, como o aluno pode ser avaliado se ele é excluído pelo avaliador?
A Avaliação como um ato amoro é nada mais nada menos do que um acolhimento. Conforme se o aluno é acolhido com suas dúvidas, incertezas e dificuldades, o professor tem conhecimento que está sendo um suporte para o educando, para que o mesmo venha a se tornar mais autônomo e independente.
A escola que se é conhecida atualmente é o modelo - onde apenas um professor ensina a muitos - que foi sistematizado no século XVI, juntamente com o modelo de exame que se é conhecido na atualidade.
Quando o aluno não consegue prestar atenção, o professor deve fazer com que o aluno aprenda e isso pode ser dado por conversas, convites ou, até mesmo, o medo. Esse medo é dado por o aluno não saber de determinada coisa. Ameaças da dificuldade da prova também são feitas para que a atenção do aluno seja chamada, desta forma, o aluno acaba que ficando desmotivado. Esse tipo de situação ocorre na examinação.