terça-feira, 31 de maio de 2016

Um foco mais além para entender melhor a Avaliação

Olá, leitor. O segundo seminário a ter sido apresentado foi o que eu estive presente. Ele irá seguir o mesmo padrão que o anterior. Espero que você goste!



Memória da apresentação do grupo constituido por Ana Livia, Jose Eric e Lidia. O grupo abordou sobre Avaliação Educacional Escolar: Para Além do Autoritarismo.
O seminário deu inicio com Eric tendo a palavra, que abordou sobre os Contextos Pedagógicos para a prática da avaliação educacional. A Pedagogia Dominante serve de Modelo Social Dominante que se identifica com o Modelo Social Liberal Conservador que foi originado na Revolução Francesa. A Revolução Francesa é nada mais nada menos do que a Burguesia tendo União com as Camadas Populares para a Chegada do Poder de 1789; que é Reacionária e Conservadora. O Modelo Liberal Conservador possui uma espécie de Proteção que produziu a Pedagogia Tecnicista, Pedagogia Renovada e Pedagogia Tradicional; que tem como objetivos a Convervação da Sociedade e Equalização Social. 
O Modelo Social, por sua vez,  criou a Pedagogia Libertadora, Pedagogia Libertária e Pedagogia com conteúdos Socioculturais; que tem como caracteristicas a Conscientização Cultural e Política fora dos muros, anti-autoritárismo e autogestionários, e todos os processos da educação - compreensão que a prática educacional se faz pela transição de assimilação. 
A palavra foi passada para Lidia, que abordou sobre a atual prática da avaliação educacional escolar: manifestação e exacerbação do autoritarismo. A atual prática possui juízo de valor, julgamento em base nos caracteres relevantes da realidade, tomada de decisão. Como consequência destes, ocorre a atribuição de notas e pontos extras. A Avaliação Educacional no contexto de uma pedagogia para humanização: uma proposta de ultrapassagem do autoritarismo; tem como caracteristicas a avaliação educacional assumindo seu verdadeiro papel de instrumento dialético e a avaliação deixa de ser autoritária se o modelo social e a concepção téorico-prática da educação não forem autoritárias. A palavra foi passada para Ana Livia, que continuou falando sobre a Avaliação Educacional no contexto de uma pedagogia para humanização. A avaliação pode assumir um posicionamento pedagógico claro e explicativo, conversão de cada professor educador para as novas práticas educacionais. Além disso, a Avaliação deverá verificar a aprendizagem.

O pessoal pode interferir na pontuação do aluno?

Olá, leitor. Tudo bem? Vamos começar com a primeira reemersa de Seminários. O primeiro a apresentar foi do grupo constituído por Rafaelly e Thamires. Abaixo deste, assim como os próximos slides que virão a vir, você poderá ler observações que nosso professor, Joseval Miranda, costuma chamar de "Memória da Aula". Espero que você aprecie.



Memória da aula de 07 de abril de 2016, referente ao seminário que abordou sobre Avaliação do Aluno: a favor ou contra a democratização do ensino? Grupo constituido por Thamires e Rafaelly. 
Rafaelly iniciou a aprensetação do seminário abordando sobre a distribuição de pontos por meio da avaliação para que o aluno obtenha notas, como ocorre, as formas que se deve fazer para que ocorra uma boa distribuição de pontos e, por fim, a aplicação da nota para que seja realizada, no final do semestre e ano letivo, a média, que se é realizada através da união de todas as notas e, consequentemente, gerará uma aprovação ou reprovação.
A palavra foi passada para Thamires, que passou a abordar a respeito de que há professores que avaliam os alunos de acordo com o humor em que está no dia, o que, causará um desempenho positivo ou negativo do aluno. Além disso, o professor pode facilitar para uma turma ou aluno em que se há um bom relacionamento ou dificultar para a turma ou aluno em que o o relacionamento não seja tão bom.

Aprendendo com Luckesi

Ainda tem dúvidas sobre o que é Avaliação da Aprendizagem? Venha aprender um pouco mais com o Mestre da Avaliação da Aprendizagem: Cipriano Luckesi.


Ponto de Vista

A Avaliação deve ser interpretada pelo professor de acordo com o ponto de vista do aluno. Mas, obviamente, o ponto de vista do aluno não deve sair da linha do que se é cobrado.

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sexta-feira, 1 de abril de 2016

Classificação

O quanto um aluno pode piorar no Aprendizado? Alguns professores costumam pensar que não há como recuperar o conhecimento que outrora não foi adquirido. 
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Avaliação a Serviço da Aprendizagem X Avaliação Para a Classificação

Leitor, tudo bem? Você gosta de tabelas? Nunca parei para questionar a você. Qual a primeira coisa que vem em mente quando você lembra de tabelas? Acho que cálculos, não é mesmo? No entanto, a tabela a seguir irá o mostrar as diferenças de dois tipos de Avaliação: a Avaliação a Serviço da Aprendizagem e a Avaliação para a Classificação.

Avaliação a Serviço da Aprendizagem
Avaliação para a Classificação
Conhecimento é priorizado
O aluno deve ser padrão
O professor busca ver o lado do aluno
Se o aluno for diferente, não é bom o suficiente para ser aprovado
O professor sabe que o ambiente onde o aluno vive interfere no conhecimento
O professor quer que o aluno seja uma máquina de memorização
O professor tenta ajuda o aluno, de acordo com suas dificuldades
O professor só almeja que o aluno saiba se der bem nas avaliações
O aluno desenvolve habilidades
O aluno não pode ter habilidades
O professor descobre as peculiaridades dos alunos
O professor só pode passar conteúdos
O sistema de ensino é livre
O sistema de ensino aprisiona estudantes e professor, fazendo com que ambos os lados se sufoquem no padrão
As aulas podem ser dinâmicas, desde que ajudem na absorção de conhecimento
As aulas só devem seguir um único estilo
Todo conhecimento é válido
O único conhecimento válido é aquele que esteja adepto ao que foi passado em aula
As provas são vistas de forma positiva
As provas são usadas como tortura para os alunos

A forma de ensinar é correta?

Uma dúvida que sempre vem em mente dos alunos é "a forma que o meu professor me avalia está correta?". Às vezes, no entanto, alguns professores se perguntam se avaliam de forma correta. Desta forma, esse post ajuda ambos os lados - professor e aluno - para descobrir se a forma de avaliação aplicada em sala de aula está ou não sendo executada de uma boa forma.

·        Para que se tenham novos resultados na aprendizagem, é necessário ter novos hábitos: alunos que possuem dificuldade no aprendizado com determinada forma de ensino, dificilmente vão melhorar se a forma de ensino não for modificada;
·        A forma de ensinar está enraizada: já que estão enraizados com a história do professor, sociedade ou, até mesmo, na personalidade;
·        A história da educação aprisiona: os professores se veem presos em padrões que vem desde séculos passados até a modernidade;
·        O mecanismo moderno de ensino é silencioso: tendo em vista que é uma forma de controlar os estudantes e professores;
·        Os exames possuem características antigas: tendo as características presentes desde o século XVI, que usa a ameaça de reprovação como um estimulo para que o aluno se sinta pressionado a estudar;
·        Agir junto aos professores pode reconstruir a maneira que se educa: ao agir junto aos professores, ocorre uma desconstrução do que existe e se constrói um novo com uma nova visão;
·        A maneira atual de ensinar é resistente a mudanças: por passar segurança aos professores de que se pode controlar os alunos através do medo, os educadores se sentem mais confortáveis com a situação e não se incomodam em permanecer com a mesma forma de ensinar;
·        Os exames escolares não auxiliam a produzir bons resultados: tendo em vista que o aluno é visto como uma maquina de memorização;
·        A avaliação ajuda qualquer atividade humana: se há um resultado bem sucedido, conclui-se que o individuo é capaz de atingir bons resultados;
·        Avaliar é aliado para quem almeja bons resultados: tendo em vista que é uma forma de mostrar sucesso, já que avaliação auxilia pessoas que buscam superação.


REFERÊNCIAS


LUCKESI, Cipriano Carlos. De examinar para avaliar, um trânsito difícil, mas necessário. In: LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 22. Ed. São Paulo: Cortez, 2011, p. 67-72.