terça-feira, 31 de maio de 2016

A avaliação pode ser vista de forma amorosa?

Olá, leitor. Finalmente chegamos no último seminário. Ufa!




Memória do seminário apresentado pelo grupo de Diego e Raniere, tendo como ponto a ser abordado a Avaliação da Aprendizagem Escolar: um ato amoro.
Diogo iniciou a apresentação falando sobre os exames e avaliação da aprendizagem, que se originou a partir do século XVI e XVII. No entanto, a sociedade já utilizava de exames - mas não como hoje em dia - para que a seleção ocorresse. A finalidade das provas e exames é classificar e verificar, tendo manifestação como uma prática educativa.
Apenas em 1930 a Avaliação e Aprendizagem foi denominada através de Ralph Tyler - educador americano.
Há uma dificuldade nas mudanças das atuais táticas avaliativas devido uma resistência por parte dos professores que, segundo Libânio, os professores possuem certo “medo” de utilizar da Avaliação e Aprendizagem. A Avaliação da Aprendizagem Escolar como um ato amoro identifica os atos e situações e acolhe atos, ações, alegrias e dores e, por isso, não ocorre o julgamento.
A palavra foi passada para Raniere, que citou algumas características do uso escolar da Avaliação de Aprendizagem. São elas:
  • Meio constante de fornecer suporte ao educando no seu processo de assimilação dos conteúdos no seu processo de constituição de si mesmo como sujeito existencial e cidadão;
  • A escola recebe o mandato social de educar as novas gerações;
  • O caminho é o do meio, onde o crescimento individual do educando articula-se com o coletivo.

O erro justifica o castigo?

Olá, leitor. Estamos quase terminando a primeira sessão de seminários. Ansioso para ter o conhecimento sobre Avaliação da Aprendizagem ampliado?




Memória da apresentação do seminário do grupo constituído por Digelvania, Otaciso e Silvana. O tema abordado foi Prática Escolar: do erro como fonte de castigo ao erro como fonte de virtude.
Digelvania iniciou o seminário abordando que não é de hoje que se há castigo pelos erros. Os professores, por sua vez, possuem a mais variadas formas de castigo, indo desde as mais visíveis até mais sutis. Até alguns anos, os castigos eram físicos - tendo como castigo os castigos intermediários, que está entre o físico e moral; como por exemplo, o de deixar o aluno em pé de castigo para a turma -. A prática de castigos criava um clima de medo, tensão e ansiedade entre os alunos. Otaciso passou a sitar como os castigos físicos poderiam ser realizados por meio de palmatórias - método de bater na palma da mão do aluno com a régua - e os morais usam o feijão ou milho - o aluno deve se ajoelhar sobre os grãos de milho ou feijão - além de ficar em pé, de costa para os alunos. 
A palavra foi passada para Silvana que, atualmente, não há mais castigos físicos, apenas os castigos morais que, por sua vez, podem afetar a personalidade do aluno. Além disso, gerar medo, tensão e ansiedade é uma forma mais sútil de se castigar. A vez foi, mais uma vez, passada para Otaciso, que explicou que o erro é a solução insatisfatória de um problema em que se tem uma forma considerada correta de resolvê-lo, e, para que o erro ocorra é necessário que exista um padrão. 
A utilização como fonte de virtude tem como características:
  • “Pagar” por um erro e “aprender” a assumir condutas que seriam corretas para o educador;
  • O fato de não se chegar à solução bem-sucedida indica, no caso, o trampolim para um novo salto;
  • O erro não é fonte para o castigo, mas suporte para o crescimento;
  • O erro é visto como algo dinâmico, como caminho para o avanço;

Já o Erro e Avaliação da Aprendizagem Escolar visa que a questão do erro, da culpa e do castigo está articulada com a questão da avaliação e aprendizagem, da mesma forma, a avaliação deve servir como suporte da aprendizagem.

O que é ética na avaliação da Aprendizagem? Um aprende da mesma forma que mil?

Olá, leitor! O terceiro seminário a ser apresentado foi o que você irá conferir abaixo. Lembrando que, a ordem em que os slides estão sendo colocados de acordo com o que foram apresentados. 



Memória da aula do dia 14 de abril. Grupo constituido por Andreza e Wenddell. O seminário abordou sobre Avaliação da Aprendizagem e Ética/O individual e o coletivo na Avaliação da Aprendizagem.
Andreza deu inicio ao seminário mencionando que, muitas vezes, o professor fornece o conteúdo, mas há complicações na hora de se elaborar o questionário das avaliações, o que ocasiona alguns erros dos alunos, sendo este ocasionado por não conseguir interpretar a questão conforme o professor almeja. Sendo assim, o professor entende que o aluno não estudou, quando, na realidade, o aluno o fez.
Em alguns casos, o professor é anti-ético por cobrar em uma avaliação o que não se foi passado em sala de aula. O professor deve avaliar se a questão está “dentro” do que se foi aplicado em sala antes de a aplicar em uma avaliação. Caso, mesmo assim, o professor aplicar a questão e o aluno não responda conforme seja “esperado”, mais uma vez, se é visto como se o aluno não tivesse estudado. Um exame mal elaborado gera erros, visto que, as perguntas nem sempre estão claras para os alunos. Nesse caso, o aluno se sente enganado e este, por sua vez, aprende a enganar - passa a utilizar as colas/filas. 
Muitas vezes, no entando, segundo Luckesi, os professores fazem determinadas coisas não por vontade, mas por se espelharem em seus educadores.
A palavra foi passada para Wenddell, que veio a abordar que o professor pode interferir na avaliação observando o invidual para perceber o desempenho do aluno. Mas, o professor também irá avaliar o coletivo para saber como, de fato, se encontra a turma, afinal, um não responde por todos. Fazendo a avaliação coletiva, o professor se auto-avalia e nota se os seus resultados estão satisfátorios ou não, de acordo com o que a turma apresente. Sendo assim, o educador não pode generalizar um aluno com a turma ou atribuir méritos - se o aluno aprender, o mérto é dele, se não, o desleixo é do aluno -, mas não quer dizer que o aluno não deva buscar por onde aprender. O professor deve dar um feedback individual para o que aluno busque por onde melhorar. No entanto, isso não quer dizer que o foco do professor seja individual. O foco do professor é coletivo, sem nunca esquecer do individual.

Um foco mais além para entender melhor a Avaliação

Olá, leitor. O segundo seminário a ter sido apresentado foi o que eu estive presente. Ele irá seguir o mesmo padrão que o anterior. Espero que você goste!



Memória da apresentação do grupo constituido por Ana Livia, Jose Eric e Lidia. O grupo abordou sobre Avaliação Educacional Escolar: Para Além do Autoritarismo.
O seminário deu inicio com Eric tendo a palavra, que abordou sobre os Contextos Pedagógicos para a prática da avaliação educacional. A Pedagogia Dominante serve de Modelo Social Dominante que se identifica com o Modelo Social Liberal Conservador que foi originado na Revolução Francesa. A Revolução Francesa é nada mais nada menos do que a Burguesia tendo União com as Camadas Populares para a Chegada do Poder de 1789; que é Reacionária e Conservadora. O Modelo Liberal Conservador possui uma espécie de Proteção que produziu a Pedagogia Tecnicista, Pedagogia Renovada e Pedagogia Tradicional; que tem como objetivos a Convervação da Sociedade e Equalização Social. 
O Modelo Social, por sua vez,  criou a Pedagogia Libertadora, Pedagogia Libertária e Pedagogia com conteúdos Socioculturais; que tem como caracteristicas a Conscientização Cultural e Política fora dos muros, anti-autoritárismo e autogestionários, e todos os processos da educação - compreensão que a prática educacional se faz pela transição de assimilação. 
A palavra foi passada para Lidia, que abordou sobre a atual prática da avaliação educacional escolar: manifestação e exacerbação do autoritarismo. A atual prática possui juízo de valor, julgamento em base nos caracteres relevantes da realidade, tomada de decisão. Como consequência destes, ocorre a atribuição de notas e pontos extras. A Avaliação Educacional no contexto de uma pedagogia para humanização: uma proposta de ultrapassagem do autoritarismo; tem como caracteristicas a avaliação educacional assumindo seu verdadeiro papel de instrumento dialético e a avaliação deixa de ser autoritária se o modelo social e a concepção téorico-prática da educação não forem autoritárias. A palavra foi passada para Ana Livia, que continuou falando sobre a Avaliação Educacional no contexto de uma pedagogia para humanização. A avaliação pode assumir um posicionamento pedagógico claro e explicativo, conversão de cada professor educador para as novas práticas educacionais. Além disso, a Avaliação deverá verificar a aprendizagem.

O pessoal pode interferir na pontuação do aluno?

Olá, leitor. Tudo bem? Vamos começar com a primeira reemersa de Seminários. O primeiro a apresentar foi do grupo constituído por Rafaelly e Thamires. Abaixo deste, assim como os próximos slides que virão a vir, você poderá ler observações que nosso professor, Joseval Miranda, costuma chamar de "Memória da Aula". Espero que você aprecie.



Memória da aula de 07 de abril de 2016, referente ao seminário que abordou sobre Avaliação do Aluno: a favor ou contra a democratização do ensino? Grupo constituido por Thamires e Rafaelly. 
Rafaelly iniciou a aprensetação do seminário abordando sobre a distribuição de pontos por meio da avaliação para que o aluno obtenha notas, como ocorre, as formas que se deve fazer para que ocorra uma boa distribuição de pontos e, por fim, a aplicação da nota para que seja realizada, no final do semestre e ano letivo, a média, que se é realizada através da união de todas as notas e, consequentemente, gerará uma aprovação ou reprovação.
A palavra foi passada para Thamires, que passou a abordar a respeito de que há professores que avaliam os alunos de acordo com o humor em que está no dia, o que, causará um desempenho positivo ou negativo do aluno. Além disso, o professor pode facilitar para uma turma ou aluno em que se há um bom relacionamento ou dificultar para a turma ou aluno em que o o relacionamento não seja tão bom.

Aprendendo com Luckesi

Ainda tem dúvidas sobre o que é Avaliação da Aprendizagem? Venha aprender um pouco mais com o Mestre da Avaliação da Aprendizagem: Cipriano Luckesi.


Ponto de Vista

A Avaliação deve ser interpretada pelo professor de acordo com o ponto de vista do aluno. Mas, obviamente, o ponto de vista do aluno não deve sair da linha do que se é cobrado.

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