Webfólio da disciplina Avaliação e Aprendizagem (2015.1), do curso de Ciências da Computação (Lic), na Universidade Federal da Paraíba - Campus IV, ministrada pelo professor Joseval Miranda. Este Webfólio tem como objetivo mostrar como deve e pode ser a Avaliação e Aprendizagem.
Lembram do José Eric? Falei que ele não foi prejudicado, por ter se ausentado. E olha que maravilha, o professor deu um assunto para ele. Como já não havia mais assuntos para abordar, foi buscado um assunto da nossa área e que envolvesse a Avaliação. Fantástico, não?
Memória da apresentação de José Eric, que falou sobre “a Avaliação como espaço da aprendizagem em softwares educativos”.
O professor deve optar pelo software que melhor atenda à área em que este queira abordar.
Para contextualizar o ensino de línguas e o software se faz necessário ter um estudo no que diz respeito ao significado das palavras, análise de discurso e atos da fala. Há uma contribuição significativa para uma visão diferenciada diante do processo ensino/aprendizagem.
As funções da avaliação e sua contribuição na elaboração de softwares está ligado a concepção de aprendizagem e de conhecimento que há na escola, construtivismo com valorização a instrução.
Olá, leitor. O que você tem achado de todo esse conhecimento que tem sido adquirido durante todo esse processo que estamos realizando?
Memória da apresentação de Diogo e Raniere, que abordaram sobre “a Comunicação dos Resultados da Avaliação Escolar”.
O que o professor deveria fazer em relação ao desempenho do aluno seria dar informações para que o aluno venha compreender e corrigir os seus erros, mas o que, na realidade, ocorre, na maioria dos casos, é que há um julgamento do erro e atribuído ao fracasso. Os professores costumam atribuir notas aos exames porque é mais fácil, para os pais e para a secretaria de ensino, lidar com números e, consequentemente, julgar o aluno.
A comunicação dos resultados da avaliação escolar não é a razão da avaliação da escolar, tem como intuito acompanhar o desenvolvimento do trabalho do professor, tal como acompanhar o desenvolvimento do aluno, além de que permite que os pais possam acompanhar o desenvolvimento dos filhos. Essas comunicações podem ser atribuídas por meio de notas (que são mais comuns), conceitos ou menções (mais amplo) e através do parecer descritivo. As vantagens do parecer descritivo são:
É necessário fazer uma avaliação mais criteriosa;
Não apenas comunica, mas também serve como instrumento auxiliar da aprendizagem;
Busca compreender o aluno;
Quando é bem feita, dá uma sequência do trabalho.
Elaborar um parecer descritivo pode ser através de portfólios ou registros pessoais. Os resultados são divididos em resultados durante o processo (não costumam ser fixos, eles podem ser alterados de acordo com o que o professor observa. O professor costuma usar registros de situações diversificadas) e resultados no fim do processo (são os que vão para o boletim, amplos e necessitam de uma reflexão desde o ponto de partida, realizadas com cientificidade, devem auxiliar em função do melhor desempenho do avaliado, não podem ser apagados).
Leitor, está gostando da segunda sessão de slides? Estamos quase terminando.
Memória do seminário que teve como grupo Rafaelly e Thamires, que teve como foco a “Recuperação do Aprendizado”.
A avaliação pode ser preventiva ou terapêutica. A importância da avaliação é que providencia novas estratégias que favorecem a aprendizagem, identifica a dificuldade, além de ser um novo desafio. Também deve haver o compromisso com a recuperação, já que, por meio dela, há comprovação da eficácia de sistemas de ensino, elevação de índices de aprovação, dentre outros. No entanto, também há dificuldades em por a recuperação em prática. São elas:
Concepção existente sobre a avaliação;
Falta de preparo dos professores;
Insegurança dos administradores;
Problemas no processo avaliativo.
Há três níveis de recuperação: em Nível da Sala de Aula, que envolve formas de recuperação em sala de aula (atendimento individual, alunos trabalharem em dupla, utilização de monitores, solicitação de tarefas extras, solicitação do auxílio da família), Nível de escola (pelo próprio professor ou outro professor encarregado a recuperações) e em Nível de Secretária de Educação.
Vale lembrar que cada aluno possui um ritmo diferente para assimilar o conteúdo, não deve haver classificação de aluno bom ou aluno ruim e o professor não pode gerar expectativa sobre o aluno.
O slide abaixo fala sobre o fracasso escolar. Você acha que na sua escola/universidade ocorre muito?
Memória da apresentação de seminário que abordou sobre “Para além do fracasso escolar: uma redefinação das práticas avaliativas”, que teve como grupo Andreza e Wenddell.
Para situar a problemática da avaliação escolar foi feito uma pesquisa que envolveu a observação em uma escola. Por meio da pesquisa, foi-se obtido os seguintes resultados:
A avaliação baseia-se no resultado da prova;
A linguagem nas provas é formal, ao contrário do que se é visto em sala de aula;
A prova é utilizada para ameaçar e punir;
O erro jamais é explorado de forma construtiva;
A recuperação é mal-entendida e mal-explorada.
Também vale lembrar que se foi observado que há falta de entendimento no que diz respeito ao papel formativo educativo da avaliação. Também não existe inovações e experimentos no que se diz respeito as práticas educativas. A avaliação passou a servir apenas para dizer se o aluno foi aprovado ou reprovado. No entanto, para se mude as práticas educativas, a escola deve sofrer alterações.
A diferenciação do ensino gera motivação no aluno, não há individualização em sala de aula e sim um acompanhamento individual, não excluí o grupo, o professor investiga o grupo para saber como trabalhar neste, confronta diretamente os fatores que levam ao fracasso escolar.
Lembram quando os seus pais falavam das práticas que os professores tinham de castigar os alunos? Você lembra que já falamos sobre isso no blog? Essa tirinha fala sobre.
Mais slides, mais sínteses. Embora o slide da vez tenha o nome de dois colegas (José Eric e Otaciso), infelizmente, no dia da apresentação, José Eric não pode comparecer. Mas ele não se deu mal. Ele apresentou na semana seguinte. Ansiosos para descobrir sobre qual assunto foi o dele?
Memória do seminário ministrado por Otaciso, que teve como assunto “O Direito de Errar”.
O erro possui um desafio histórico que vem desde a democratização do ensino. Além disso, há fatores que são vistos como questões estruturais, ecônomico/financeira e renda mal distribuida.
É necessário se manter atento as estruturas das escolas, afinal, elas possuem uma enorme influência no desenvolvimento educacional. Também vale destacar que as avaliações não ocorrem de maneira correta. Mas, se é sábido desses erros, por que ainda ocorre a avaliação escolar? Porque há concretização de dados educacionais e sociais, além de haver um projeto educacional que consciste em:
Compromisso com os estudantes;
Instituição que viabelize um ensino e estimule a construção do conhecimento;
Formação do sujeito social;
Relação de poder compartilhada.
Além disso, a avaliação escolar procura identificar problemas, sucessos e erros que são cometidos pelos alunos. Possui natureza pedagógica, administrativa e estrutural. A avaliação é destinada a ter um diagnostico para que ocorra a inclusão.
As práticas avaliativas na escola mostra que a Avaliação vem sendo confundida com o ato de verificar o rendimento escolar do aluno, e não se ter ideia do que, de fato, o aluno sabe. As funções que Avaliação deve possuir são o Diagnostico (caracterizar o aluno pelo seu interesse, conhecimento e habilidades), Retroinformação (evidenciar os resultados alcançados pelo aluno por meio do aprendizado) e Favorecer o Desenvolvimento Individual (atuar em uma atividade em que faz com que o interesse do aluno seja despertado).
A avaliação em transformação é fundamental para que o ensino de qualidade seja aplicado de fato. Para que isso ocorra, não basta que se pegue as criticas, mas que as execute para que ocorra a melhoria. A participação do aluno é necessária para a integração do processo educacional. Mesmo que não achem, os pais devem estar envolvidos no processo de transformação das práticas avaliativas, afinal, não há ninguém melhor do que os pais para que os alunos se sintam influenciados a buscar, cada vez mais, conhecimento.
Gostam dos meus seminários? Chegou o último que apresentei em sala. Espero que gostem.
Memória do seminário constituído por Ana Livia e Lidia. O tema abordado foi “O que é erro e fracasso?”.
Muitas vezes, os professores e, até mesmo os alunos e seus responsáveis, tal como a instituição de ensino acreditam que o erro é sinônimo do fracasso. Se o aluno erra, ele tende a fracassar. Na realidade, porém, errar não significa que não houve aprendizado, afinal, o erro pode sugerir diferentes interpretações. Para que ocorra o sucesso, é necessário existir o erro, para que se saiba onde deve ser realizadas correções e reajustes para que o aprendizado seja melhor aplicado.
Alguns professores acreditam que o aprendizado vem da memorização, mas isso não é real e nem deve ser aplicado em salas de aula. Com o tempo, o que foi memorizado é esquecido, ao contrário do que de fato foi aprendido. O ensino pode ser visto como uma ponte construida para que se possa desenvolver habilidades. Avaliar um aluno, ou uma turma, vai bem mais do que aplicar notas de acordo com os acertos obtidos em uma prova ou seminário, como por exemplo. Para avaliar, se faz necessário ter um conhecimento prévio dos conhecimentos do aluno, para que se possa ver o seu desempenho, progresso e pertinência do que se é pedido durante algum curso. Informações erradas podem e devem ser corrigidas.
Como atribuições ao fracasso escolar, se é dito que o fracasso é apenas do aluno, que apenas ele contribuiu para que ocorresse o fracasso, no entanto, o fracasso não é apenas do aluno, visto que, o processo de aprendizado está envolvido em variáveis. Devido o fracasso ser interpretado de forma errada por todos, o aluno que comete erro costuma ser excluído, mesmo que se saiba que o aprendizado não pode ser negado.
Olá, leitor. Ansioso para a segunda sessão de seminários? Se sim, chegou a hora. Se não, chegou a hora do mesmo jeito.
O primeiro seminário a ser apresentado foi a respeito do Fracasso Escolar. Espero que gostem.
Memória da apresentação de Digelvania e Silvana, que falaram a respeito do Fracasso Escolar.
O fracasso escolar pode ser considerado como Reprovação ou Evasão Escolar. Mas, quais são os motivos do Fracasso Escolar? Pode ser por meio de pré-requisitos (alunos saem da escola por não conseguirem acompanhar seus colegas), rótulos (alunos que sempre foram considerados “fracos” ou “ruins” sentem receio de interagir com a sua turma) e problemas sociais (professores que amedrontam os alunos ou alunos que precisam trabalhar e estudar). Até a década de 60, no entanto, acreditava-se que a razão por um aluno reprovar seria por causa dele mesmo ou dos seus familiares, porém, alguns anos depois foi descoberto que não são apenas esses fatores que são considerados fatores externos a uma reprovação ou evasão escolar. Cabe ao professor facilitar a aprendizagem ou contribuir para o fracasso do aluno.
Há uma dúvida: existe algum culpado no fracasso escolar? Não há um culpado, cada caso é um caso. Porém, há formas de se evitar o fracasso escolar, são elas: liderança, organização e clima escolar, apoio e participação dos pais, capacitação dos professores e avaliações eficientes.
A atividade da vez foi relacionar um professor a um animal. O animal que escolhi foi o gato, já que não poderia usar o bicho preguiça. Então, pensei em um animal que fosse preguiçoso. O professor gato que tive fez parte do meu 3º do Ensino Médio. Acreditam que ele passava uma lista para que, quem quisesse as respostas das provas antes que ela ocorresse, fosse colocado o e-mail. Ele alegava que odiava corrigir provas. Já imaginou isso ocorrer nas vésperas do tão temido VESTIBULAR? Ele também amava ser mimado pelas alunas e seus superiores. Outro motivo por ter escolhido este animal, é que minhas colegas costumavam dizer que ele era um "gato".
O gato é um animal independente, que gosta de andar em grupos, dorminhoco e um tanto quanto preguiçoso. O professor gato, assim como animal, gosta da atenção, tanto de seus colegas de trabalho quanto dos alunos e, para isso, utiliza abordagens que só um gato o faria - no caso do animal, trazer comida para o dono incapaz de conseguir o próprio alimento.
O professor gato é vaidoso, gosta de estar sempre acompanhado e tenta buscar atenção para si. Além disso, o professor que representa este animal é flexível e consegue se adaptar a muitas das situações que venha a enfrentar, muito embora não o queira. Capaz de surpreender a todos, quando sente a necessidade de o fazer. O professor gato, por causa de sua preguiça e necessidade de agradar os alunos, utiliza avaliações simples para que todos os alunos obtenham boas e notas e, consequentemente, passem a gostar cada vez mais desse professor. Por seus alunos obterem boas notas, o professor acaba se destacando na roda de seus amigos professores por conseguir que a turma toda, ou boa parte desta, consiga obter notas boas. Alguns professores gatos entregam as respostas das provas com antecedência, para os alunos, por preguiça de corrigir os testes. Algumas vezes, esse tipo de atitude do professor gato também é justificado com ele achar que seus alunos serem incapazes de fazer alguma avaliação.
O professor gato, após adquirir boa reputação entre seus colegas de trabalho, pode ser reconhecido, também, pela direção que desconhece o método independente deste tipo de professor. No entanto, o professor gato não percebe e/ou ignora que está prejudicando o aluno, tendo em vista que o aprendizado é deixado de lado, o que resultará numa turma em que mal obteve conhecimentos necessários para ir para a série seguinte e um alto índice de notas ruins e/ou reprovações futuras estarão predestinas para os alunos que passaram pelas “garras” desse professor.
Olá, querido leitor. Acabamos com a primeira sessão de seminários. Mas não se contente, ainda falta algumas coisas para a finalização deste webfólio.
Agora, você poderá ler uma síntese sobre o vídeo, abaixo do mesmo. Espero que você possa apreciar. Ah! Quase ia esquecendo. Com quem você acha que é o vídeo? Se você pensou em Luckesi, acertou!
A Avaliação da Aprendizagem é específico da Avaliação, que remete que a Avaliação deve ser igual para todos os objetos/setores, como por exemplo, empresas, política, escolas, dentre outros. O ato de avaliar é, justamente, para que se possa medir as experiências e/ou conhecimentos adquiridos em relação a determinada coisa, que tem como o intuito diagnosticar e, consequentemente avaliar, para que se possa orientar quais caminhos devem ser seguidos para que ocorra uma melhoria.
A avaliação que mais comum nas escolas não é bem uma avaliação. Há um equívoco quando se diz que as escolas avaliam, afinal, na realidade, as escolas apenas examinam. Chama-se avaliação quando, na prática, ocorre o exame. O ato de examinar possui algumas características:
É pontual: quando se está examinando, não se interessa o que ocorreu antes do ato avaliativo ou o que acontecerá depois, mas interessa o que está ocorrendo no momento em que o exame está ocorrendo. Não interessa o que o aluno sabe ou não, ou se irá se tornar competente ou não, a única coisa que importa é o desempenho do momento. Um exemplo claro desta prática é o vestibular;
É classificatório: o aluno recebe nota pelos conhecimentos aplicados durante o exame. A essa nota, é aplicada uma situação para ele como, por exemplo, aprovado ou reprovado. Essa classificação marcará o aluno para sempre, através de históricos escolares;
É seletivo: uma parte da população/alunos é excluída. Voltando ao exemplo do vestibular, de um grande número de alunos que o fazem, os que conseguiram ter um melhor desempenho são os que garantem a vaga. Nas escolas, os que conseguem boas notas são selecionados para ir ao próximo ano.
No entanto, em relação a avaliação, há:
Não é pontual: Interessa o que está ocorreu antes da avaliação, tal como o que ocorrerá e o que está ocorrendo no momento da avaliação;
Dinâmica: são diagnosticados os conhecimentos do aluno para que estes possam ser melhorados de alguma forma;
É includente: considera que se o aluno não sabe ainda, pode saber. Sendo assim, o incluí nas atividades para que possa aprender.
A postura do professor deveria ser sempre te avaliar e não de examinar, visto que o professor tem o papel de acolher, nutrir, sustentar e permitir que o educando enfrente um processo de desenvolvimento. O exame exclui os alunos que não conseguem obter uma boa nota. Mas, como o aluno pode ser avaliado se ele é excluído pelo avaliador?
A Avaliação como um ato amoro é nada mais nada menos do que um acolhimento. Conforme se o aluno é acolhido com suas dúvidas, incertezas e dificuldades, o professor tem conhecimento que está sendo um suporte para o educando, para que o mesmo venha a se tornar mais autônomo e independente.
A escola que se é conhecida atualmente é o modelo - onde apenas um professor ensina a muitos - que foi sistematizado no século XVI, juntamente com o modelo de exame que se é conhecido na atualidade.
Quando o aluno não consegue prestar atenção, o professor deve fazer com que o aluno aprenda e isso pode ser dado por conversas, convites ou, até mesmo, o medo. Esse medo é dado por o aluno não saber de determinada coisa. Ameaças da dificuldade da prova também são feitas para que a atenção do aluno seja chamada, desta forma, o aluno acaba que ficando desmotivado. Esse tipo de situação ocorre na examinação.
Olá, leitor. Finalmente chegamos no último seminário. Ufa!
Memória do seminário apresentado pelo grupo de Diego e Raniere, tendo como ponto a ser abordado a Avaliação da Aprendizagem Escolar: um ato amoro.
Diogo iniciou a apresentação falando sobre os exames e avaliação da aprendizagem, que se originou a partir do século XVI e XVII. No entanto, a sociedade já utilizava de exames - mas não como hoje em dia - para que a seleção ocorresse. A finalidade das provas e exames é classificar e verificar, tendo manifestação como uma prática educativa.
Apenas em 1930 a Avaliação e Aprendizagem foi denominada através de Ralph Tyler - educador americano.
Há uma dificuldade nas mudanças das atuais táticas avaliativas devido uma resistência por parte dos professores que, segundo Libânio, os professores possuem certo “medo” de utilizar da Avaliação e Aprendizagem. A Avaliação da Aprendizagem Escolar como um ato amoro identifica os atos e situações e acolhe atos, ações, alegrias e dores e, por isso, não ocorre o julgamento.
A palavra foi passada para Raniere, que citou algumas características do uso escolar da Avaliação de Aprendizagem. São elas:
Meio constante de fornecer suporte ao educando no seu processo de assimilação dos conteúdos no seu processo de constituição de si mesmo como sujeito existencial e cidadão;
A escola recebe o mandato social de educar as novas gerações;
O caminho é o do meio, onde o crescimento individual do educando articula-se com o coletivo.
Olá, leitor. Estamos quase terminando a primeira sessão de seminários. Ansioso para ter o conhecimento sobre Avaliação da Aprendizagem ampliado?
Memória da apresentação do seminário do grupo constituído por Digelvania, Otaciso e Silvana. O tema abordado foi Prática Escolar: do erro como fonte de castigo ao erro como fonte de virtude.
Digelvania iniciou o seminário abordando que não é de hoje que se há castigo pelos erros. Os professores, por sua vez, possuem a mais variadas formas de castigo, indo desde as mais visíveis até mais sutis. Até alguns anos, os castigos eram físicos - tendo como castigo os castigos intermediários, que está entre o físico e moral; como por exemplo, o de deixar o aluno em pé de castigo para a turma -. A prática de castigos criava um clima de medo, tensão e ansiedade entre os alunos. Otaciso passou a sitar como os castigos físicos poderiam ser realizados por meio de palmatórias - método de bater na palma da mão do aluno com a régua - e os morais usam o feijão ou milho - o aluno deve se ajoelhar sobre os grãos de milho ou feijão - além de ficar em pé, de costa para os alunos.
A palavra foi passada para Silvana que, atualmente, não há mais castigos físicos, apenas os castigos morais que, por sua vez, podem afetar a personalidade do aluno. Além disso, gerar medo, tensão e ansiedade é uma forma mais sútil de se castigar. A vez foi, mais uma vez, passada para Otaciso, que explicou que o erro é a solução insatisfatória de um problema em que se tem uma forma considerada correta de resolvê-lo, e, para que o erro ocorra é necessário que exista um padrão.
A utilização como fonte de virtude tem como características:
“Pagar” por um erro e “aprender” a assumir condutas que seriam corretas para o educador;
O fato de não se chegar à solução bem-sucedida indica, no caso, o trampolim para um novo salto;
O erro não é fonte para o castigo, mas suporte para o crescimento;
O erro é visto como algo dinâmico, como caminho para o avanço;
Já o Erro e Avaliação da Aprendizagem Escolar visa que a questão do erro, da culpa e do castigo está articulada com a questão da avaliação e aprendizagem, da mesma forma, a avaliação deve servir como suporte da aprendizagem.
Olá, leitor! O terceiro seminário a ser apresentado foi o que você irá conferir abaixo. Lembrando que, a ordem em que os slides estão sendo colocados de acordo com o que foram apresentados.
Memória da aula do dia 14 de abril. Grupo constituido por Andreza e Wenddell. O seminário abordou sobre Avaliação da Aprendizagem e Ética/O individual e o coletivo na Avaliação da Aprendizagem.
Andreza deu inicio ao seminário mencionando que, muitas vezes, o professor fornece o conteúdo, mas há complicações na hora de se elaborar o questionário das avaliações, o que ocasiona alguns erros dos alunos, sendo este ocasionado por não conseguir interpretar a questão conforme o professor almeja. Sendo assim, o professor entende que o aluno não estudou, quando, na realidade, o aluno o fez.
Em alguns casos, o professor é anti-ético por cobrar em uma avaliação o que não se foi passado em sala de aula. O professor deve avaliar se a questão está “dentro” do que se foi aplicado em sala antes de a aplicar em uma avaliação. Caso, mesmo assim, o professor aplicar a questão e o aluno não responda conforme seja “esperado”, mais uma vez, se é visto como se o aluno não tivesse estudado. Um exame mal elaborado gera erros, visto que, as perguntas nem sempre estão claras para os alunos. Nesse caso, o aluno se sente enganado e este, por sua vez, aprende a enganar - passa a utilizar as colas/filas.
Muitas vezes, no entando, segundo Luckesi, os professores fazem determinadas coisas não por vontade, mas por se espelharem em seus educadores.
A palavra foi passada para Wenddell, que veio a abordar que o professor pode interferir na avaliação observando o invidual para perceber o desempenho do aluno. Mas, o professor também irá avaliar o coletivo para saber como, de fato, se encontra a turma, afinal, um não responde por todos. Fazendo a avaliação coletiva, o professor se auto-avalia e nota se os seus resultados estão satisfátorios ou não, de acordo com o que a turma apresente. Sendo assim, o educador não pode generalizar um aluno com a turma ou atribuir méritos - se o aluno aprender, o mérto é dele, se não, o desleixo é do aluno -, mas não quer dizer que o aluno não deva buscar por onde aprender. O professor deve dar um feedback individual para o que aluno busque por onde melhorar. No entanto, isso não quer dizer que o foco do professor seja individual. O foco do professor é coletivo, sem nunca esquecer do individual.
Olá, leitor. O segundo seminário a ter sido apresentado foi o que eu estive presente. Ele irá seguir o mesmo padrão que o anterior. Espero que você goste!
Memória da apresentação do grupo constituido por Ana Livia, Jose Eric e Lidia. O grupo abordou sobre Avaliação Educacional Escolar: Para Além do Autoritarismo.
O seminário deu inicio com Eric tendo a palavra, que abordou sobre os Contextos Pedagógicos para a prática da avaliação educacional. A Pedagogia Dominante serve de Modelo Social Dominante que se identifica com o Modelo Social Liberal Conservador que foi originado na Revolução Francesa. A Revolução Francesa é nada mais nada menos do que a Burguesia tendo União com as Camadas Populares para a Chegada do Poder de 1789; que é Reacionária e Conservadora. O Modelo Liberal Conservador possui uma espécie de Proteção que produziu a Pedagogia Tecnicista, Pedagogia Renovada e Pedagogia Tradicional; que tem como objetivos a Convervação da Sociedade e Equalização Social.
O Modelo Social, por sua vez, criou a Pedagogia Libertadora, Pedagogia Libertária e Pedagogia com conteúdos Socioculturais; que tem como caracteristicas a Conscientização Cultural e Política fora dos muros, anti-autoritárismo e autogestionários, e todos os processos da educação - compreensão que a prática educacional se faz pela transição de assimilação.
A palavra foi passada para Lidia, que abordou sobre a atual prática da avaliação educacional escolar: manifestação e exacerbação do autoritarismo. A atual prática possui juízo de valor, julgamento em base nos caracteres relevantes da realidade, tomada de decisão. Como consequência destes, ocorre a atribuição de notas e pontos extras. A Avaliação Educacional no contexto de uma pedagogia para humanização: uma proposta de ultrapassagem do autoritarismo; tem como caracteristicas a avaliação educacional assumindo seu verdadeiro papel de instrumento dialético e a avaliação deixa de ser autoritária se o modelo social e a concepção téorico-prática da educação não forem autoritárias. A palavra foi passada para Ana Livia, que continuou falando sobre a Avaliação Educacional no contexto de uma pedagogia para humanização. A avaliação pode assumir um posicionamento pedagógico claro e explicativo, conversão de cada professor educador para as novas práticas educacionais. Além disso, a Avaliação deverá verificar a aprendizagem.
Olá, leitor. Tudo bem? Vamos começar com a primeira reemersa de Seminários. O primeiro a apresentar foi do grupo constituído por Rafaelly e Thamires. Abaixo deste, assim como os próximos slides que virão a vir, você poderá ler observações que nosso professor, Joseval Miranda, costuma chamar de "Memória da Aula". Espero que você aprecie.
Memória da aula de 07 de abril de 2016, referente ao seminário que abordou sobre Avaliação do Aluno: a favor ou contra a democratização do ensino? Grupo constituido por Thamires e Rafaelly.
Rafaelly iniciou a aprensetação do seminário abordando sobre a distribuição de pontos por meio da avaliação para que o aluno obtenha notas, como ocorre, as formas que se deve fazer para que ocorra uma boa distribuição de pontos e, por fim, a aplicação da nota para que seja realizada, no final do semestre e ano letivo, a média, que se é realizada através da união de todas as notas e, consequentemente, gerará uma aprovação ou reprovação.
A palavra foi passada para Thamires, que passou a abordar a respeito de que há professores que avaliam os alunos de acordo com o humor em que está no dia, o que, causará um desempenho positivo ou negativo do aluno. Além disso, o professor pode facilitar para uma turma ou aluno em que se há um bom relacionamento ou dificultar para a turma ou aluno em que o o relacionamento não seja tão bom.
A Avaliação deve ser interpretada pelo professor de acordo com o ponto de vista do aluno. Mas, obviamente, o ponto de vista do aluno não deve sair da linha do que se é cobrado.